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Estresse e ansiedade afetam estudantes e pesquisadores

Por Editora Hyria
1º/04/2013, às 10h14
     
    Um transtorno “oculto” assusta o universo acadêmico, pois interfere na produtividade científica. Trata-se da ansiedade provocada pela produção textual de tese e artigo científico. Vários motivos provocam estresse e ansiedade no âmbito acadêmico, em especial, quando se trata de produzir e consumir texto científico. Porém, embora algumas universidades ofereçam matérias complementares com o intuito de amenizar o problema, as dificuldades apresentadas pelos estudantes nem sempre são sanadas com tais disciplinas oferecidas pelas instituições. Acredita-se que ainda falta muito para mudar esse quadro.
        Principais sinais:
        • Sensação de sobrecarga nas atividades, apesar de se esforçar mais.
        • Dúvidas relacionadas ao tempo.
        • Piora no fim de cada uma das atividades, por acreditar que pouco foi produzido.
        • Comprometimento do sono e da autoestima, agressividade e diversos transtornos emocionais.
        Mas como mudar? 
        Quem responde é Pedro Reiz, que desde 2002 ministra cursos, treinamentos e palestras sobre redação científica e acompanha pesquisadores de diversas instituições do país. Também é autor de três livros: Manual de técnicas de redação científica, Caderno de exercícios e Redação científica moderna publicados pela Editora Hyria.
       “Nos treinamentos, mostramos que existem etapas para desenvolver tese ou artigo científico, e o pesquisador precisa saber sobre qual delas trabalha. A primeira diz respeito aos métodos de estudo. A segunda se refere a pensar o trabalho. A terceira trata da execução da pesquisa e à redação. A quarta, diagramação, ou seja, aos aspectos ligados à forma”, afirma Reiz.
         Os cursos têm atividades teóricas no período da manhã e práticas no período da tarde. São baseados na experiência do professor Pedro Reiz em acompanhar, treinar e auxiliar na formação de pesquisadores. Nos treinamentos, o foco é nas diversas atividades de redação científica.
         Quanto à carga horária dos cursos ministrados pelo professor Pedro Reiz, que costuma ser de 27 horas para os três cursos juntos, e de 64 horas para o treinamento em redação científica, ele ressalta que “a reformulação precisa ser interna, não externa. Com isso quero dizer que pouco interessa a quantidade de tempo oferecida ao pesquisador num curso ou treinamento, mas o que importa muito é como ele ‘ocupa o tempo livre’ ou como ‘cria’ tempo para se dedicar à leitura, entendimento e produção de textos científicos, seus valores e sua ética”
    Tanto o site da empresa redacaocientifica.com quanto os blogues de metodologia de pesquisa científica oferecem informações gratuitas sobre bases de dados, tais como: Blackwell Publishing, IngentaConnect, Nature Publishing Group, ProQuest, PubMed, Periódicos Capes, RSC Publishing, Scielo, Thomson Reuters, Ulrich’s, Biblioteca Virtual de Saúde (BVS). Também fornecem dicas de redação científica, revisão de estudo científico, livros de metodologia científica e muito mais.    
      Ainda é possível realizar o teste gratuito de avaliação do estudo e receber diversas informações atualizadas. 
Vale conferir!

"Organização mental, noções de planejamento de pesquisa, métodos de leitura, habilidades de redação, entre outros conhecimentos” podem destacar carreiras e proporcionar mais resultados.
Reiz, Pedro. Redação científica moderna. 2 ed. São Paulo: Hyria, 2017, p.29.